O método materialista dialético não separa arbitrariamente as partes do todo em perticularidades puras. Assim o moterialismo dialético pode tratar a parte como manifestação concreta da totalidade, convivendo nela tanto o não-comum como comum, ao mesmo tempo.
Desfeitos de uma visão dualista (separação artitrrária dual entre as partes do todo) podemos enchergar na América Latina diferentes manifestações da mesma totalidade (o capitalismo em movimento). Essa diferentes manifestações impões diferentes táticas à luta política. Entrtanto, não legitimam a posição da Pequena Burguesia Política que advoga residir na “singularidade” a explicação para o recuo político do governo Lula, temos a obrigação de discordar, porque se assim fosse, outras partularidades como Venezuela, Bolívia e Equador não poderiam, lembrando as grandes diferenças que guardam entre si, prosseguir por caminhos semelhante, e mais, estaríamos deixando de lado as determinações essenciais do modo de produção capitalista, qual seja, capital e trabalho.
Uma análise mais aprofundada mostra que os motivos que fazem aparecer diferentes governo na América Latina, formando três grupos, com Colômbia e Garcia no primeiro pelotão em termos de alinhamento com o imperialismo, numa posição enfrentamento ao imperislismo figura Cuba, em menor grau Venzuela, Bolívia e Equador, e no pólo intermediário está o Brasil, seguido pela Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai, governos com sentidos políticos distintos, é exatamente o o que há de comum, ou seja é aluta de classes que impõem diferentes governos. No caso do Brasil não é a singularidade que impõe a natureza do governo Lula, mas o mais comum das determinações, a composição de classe, formando um bloco onde hegemoniza o capital financeiro (credor de 1,8 trilhões de reais em títulos da dívida brasileira) e outras frações da burguesia, assim como com a Pequena Burguesia Política, oriunda da aristocracia operária e burocracias partidárias.






