Plínio… presente!

por Mauro Iasi (Blog da Boitempo)

Sob uma chuva fina e um frio ameno, o corpo do copanheiro Plínio de Arruda Sampaio encontrou a terra que tanto defendeu. Seus companheiros cantaram a Internacional para que a música o acompanhasse enquanto gritávamos seu nome para que ficasse para sempre conosco.

Por um momento o mundo congelou como em uma foto em branco e preto. Os rostos de seus companheiros de luta, inevitavelmente tristes, estavam calmos. Aquele que partia tinha uma estranha capacidade de aglutinar, virtude que se destaca em tempos de fragmentação e serialidade. Sua família, seus amigos, seus colegas de partido, seus companheiros de luta. Querido pelos seus, respeitado por seus adversários. São poucos aqueles que podemos descrever desta forma. Continuar lendo