Vigilância em massa, inferno que cresce

Vigilância em massa, inferno que cresce“Falha” geral nos chips da Intel abriu espaço a roubo de dados. Google trama com Temer manipular dados sobre Previdência. Como sair do pesadelo?

Marcelo Branco, entrevistado por Patricia Fachin, no IHU Online

As falhas dos chips produzidos pela Intel, conhecidas pelos nomes de Meltdown e Spectre, são graves porque “permitem o acesso à totalidade dos dados que temos nos nossos espaços privados indevidamente, sem o nosso consentimento, por pessoas e corporações ou agências de espionagens governamentais”, diz Marcelo Branco à IHU On-Line. Continuar lendo “Vigilância em massa, inferno que cresce”

Anúncios

O Software Livre é o suficiente para nos tornar independentes tecnologicamente?

“Se nós educarmos crianças utilizando Software Livre, conseguiremos homens e mulheres que entendem como natural compartilhar, pesquisar e modificar todos e cada um dos programas que utilizam”, afirma Enrique Amestoy, que ao mesmo tempo problematiza: “Quem são os proprietários da fibra ou cobre que utilizamos para acessar a Internet? E quando acessamos as redes sociais, quem são os grupos econômicos e políticos por trás do Facebook, Twitter ou Google? A quais lógicas de mercado e políticas correspondem?”. O artigo é publicado por Rebelión, 20-03-2015. A tradução é do Cepat.

IHU

Eis o artigo. Continuar lendo “O Software Livre é o suficiente para nos tornar independentes tecnologicamente?”

Marx, Darwin e a tragicômica “dedicatória d’O Capital”

Imagem de capa da primeira edição de
Imagem de capa da primeira edição de “Das Kapital”, em 1867.

Por Lucas Parreira Álvares[1]

Acervo Crítico

Alguns meses atrás participei de um debate na Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG (FACE) que se desenvolveu a partir das discussões do livro Marx at the Margins de autoria de Kevin Anderson, que estava presente no debate. Em determinado momento, o renomado professor da casa João Antônio de Paula, numa tentativa de estabelecer uma aproximação entre Marx com o pensamento evolucionista, mencionou o tal episódio em que “Marx pretendia dedicar O Capital à Charles Darwin”. Por já saber que na verdade essa suposta dedicatória não passava de um grande mal entendido, contestei, naquele instante, a fala do professor João Antônio de Paula que em seguida me respondeu: “mas isso é fato, está documentado”. Coube, em seguida, ao professor Kevin Anderson – com maior propriedade, e com toda sua elegância – explicar o imbróglio. Continuar lendo “Marx, Darwin e a tragicômica “dedicatória d’O Capital””